Em outubro, pesquisa Viver em São Paulo avalia relação entre criança e cidade Notícias

09/10/2018 17:00

Nesta terça-feira (9/10), foi lançada a nova etapa da pesquisa Viver em São Paulo, inciativa da Rede Nossa São Paulo em parceria com o Ibope Inteligência. A relação entre criança e cidade foi o tema escolhido para o mês de outubro, buscando compreender a conexão entre o público infantil e o ambiente urbano. A pesquisa, assim como as outras etapas da série, foi realizada com 800 habitantes da capital acima de 16 anos.

Foi levantado que 45% dos lares paulistanos possuem ao menos uma criança ou adolescente. A grande maioria estuda em escolas públicas. Dentre aqueles que não residem com crianças ou adolescentes ou não são responsáveis por eles, a maior parte é composta por homens moradores da região central da cidade.

A pesquisa também buscou compreender a relação com o espaço público. A maior dificuldade daqueles que circulam pela cidade com crianças é a lotação do transporte público. Em segundo lugar, aparecem a falta de respeito da população e a preocupação com a insegurança dentro do transporte público empatadas com 11%.

Cativeiro Sem Fim

O uso de equipamentos comunitário, contudo, teve um desempenho melhor: a qualidade dos Centros Culturais foi avaliada como ótima ou boa por 41% dos responsáveis por alguma criança ou adolescente e a das bibliotecas públicas, por 39%. Esses números acompanharam a avaliação feita por jovens entre 16 e 24 anos, chegando a 57% para os centros culturais e a 51% para as bibliotecas. A avaliação dos parquinhos públicos ficou em baixa: para 41% dos responsáveis por crianças a qualidade é ruim ou péssima.

O último ponto avaliado foi a percepção do aumento de situações de vulnerabilidade que envolve crianças e adolescentes na cidade. A maioria dos entrevistados enxerga um aumento considerável na quantidade de crianças e adolescentes que: usam álcool e drogas (82%); que pedem esmola (76%); que moram na rua (73%); e que trabalham (51%).

O uso de equipamentos comunitário, contudo, teve um desempenho melhor: a qualidade dos Centros Culturais foi avaliada como ótima ou boa por 41% dos responsáveis por alguma criança ou adolescente e a das bibliotecas públicas, por 39%. Esses números acompanharam a avaliação feita por jovens entre 16 e 24 anos, chegando a 57% para os centros culturais e a 51% para as bibliotecas. A avaliação dos parquinhos públicos ficou em baixa: para 41% dos responsáveis por crianças a qualidade é ruim ou péssima.

O último ponto avaliado foi a percepção do aumento de situações de vulnerabilidade que envolve crianças e adolescentes na cidade. A maioria dos entrevistados enxerga um aumento considerável na quantidade de crianças e adolescentes que: usam álcool e drogas (82%); que pedem esmola (76%); que moram na rua (73%); e que trabalham (51%).

O uso de equipamentos comunitário, contudo, teve um desempenho melhor: a qualidade dos Centros Culturais foi avaliada como ótima ou boa por 41% dos responsáveis por alguma criança ou adolescente e a das bibliotecas públicas, por 39%. Esses números acompanharam a avaliação feita por jovens entre 16 e 24 anos, chegando a 57% para os centros culturais e a 51% para as bibliotecas. A avaliação dos parquinhos públicos ficou em baixa: para 41% dos responsáveis por crianças a qualidade é ruim ou péssima.

O último ponto avaliado foi a percepção do aumento de situações de vulnerabilidade que envolve crianças e adolescentes na cidade. A maioria dos entrevistados enxerga um aumento considerável na quantidade de crianças e adolescentes que: usam álcool e drogas (82%); que pedem esmola (76%); que moram na rua (73%); e que trabalham (51%).

O uso de equipamentos comunitário, contudo, teve um desempenho melhor: a qualidade dos Centros Culturais foi avaliada como ótima ou boa por 41% dos responsáveis por alguma criança ou adolescente e a das bibliotecas públicas, por 39%. Esses números acompanharam a avaliação feita por jovens entre 16 e 24 anos, chegando a 57% para os centros culturais e a 51% para as bibliotecas. A avaliação dos parquinhos públicos ficou em baixa: para 41% dos responsáveis por crianças a qualidade é ruim ou péssima.

O último ponto avaliado foi a percepção do aumento de situações de vulnerabilidade que envolve crianças e adolescentes na cidade. A maioria dos entrevistados enxerga um aumento considerável na quantidade de crianças e adolescentes que: usam álcool e drogas (82%); que pedem esmola (76%); que moram na rua (73%); e que trabalham (51%).

 

Confira aqui a apresentação da pesquisa na íntegra.